segunda-feira, 23 de novembro de 2009

ILHA GRANDE






Situada na baía que recebe o seu nome, a segunda maior ilha da Costa Verde em extensão territorial (seus 193 quilômetros quadrados perdem apenas para a paulista Ilha Bela) continua linda! A exuberância da Mata Atlântica é notada em quase toda a sua superfície. Suas águas, ora verdes, ora azuis, dão o tom da riqueza natural daquele pedaço de Rio de Janeiro e de Brasil. Passear por ela e pelas outras ilhas de Angra dos Reis em barco é um desses prazeres que toda pessoa deve ter na vida, pelo menos uma vez.

Angra (pequena baía) dos Reis (foi avistada pela primeira vez no dia 06 de janeiro) já foi um lugar de escoamento, junto com Paraty e Mangaratiba (Itaguaí e Rio das Flores completam os municípios pertencentes àquela região), de riquezas brasileiras (ouro e café) para a então Corte (cidade do Rio de Janeiro). Hoje, conta com duas usinas nucleares em atividade e uma vocação singular para o turismo. As embarcações que trafegam por suas águas são tantas que de vez em quando duas ou mais entram em rota de colisão (para o espanto de gente como eu, acostumada aos veículos terrestres).

Enquanto nadamos rodeados por peixes e outros seres marinhos nos transportamos a séculos atrás e nos vemos ladeados por piratas sangrentos, corsários, ricos naufrágios, tesouros... o Caribe brasileiro continua em alta. O tempo parece passar lentamente...

De repente, a fome aperta e paramos para comer em um dos muitos restaurantes, que servem comidas típicas e deliciosamente simples em suas ilhas. Tempo para nos refazermos enquanto a tarde não vem. Mais mergulhos, mais contemplação e, enquanto a tarde cai, o barco vai deslizando sobre o tapete azul-esmeralda, como que brincando com suas ondinhas miúdas e preguiçosas. Desembarcamos, deixamos o cais, voltamos para as nossas casas felizes, com a certeza de que o Paraíso pode ser ali.

Não deixe de visitar a Ilha Grande. Vá de carro, de ônibus, de carona, mas vá. São 150 km partindo do Rio mas, a partir de Mangaratiba, podemos ver, graças às curvas da Estrada de Santos (BR-101), cenários deslumbrantes das belezas da Costra Verde fluminense, pedaço de Rio e Brasil que nos deixa sem palavras, ou, melhor dizendo e sem ufanismo, que o Caribe é a Costa Verde centro-americana. Próxima parada: Arraial do Cabo, em outra Costa, a do Sol. Inté.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Parque (Henrique) Lage








Situado ao lado do Morro do Corcovado, o Parque Henrique Lage tem muita história para contar. Desde cerca de 1810, quando suas terras foram adquiridas por Rodrigo de Freitas (aquele da Lagoa, que dizem ter sido o primeiro autor do famoso golpe do baú em Pindorama, ao casar-se com uma velha herdeira milionária de, pasmem, 30 anos) e viraram o Engenho de Açúcar Del Rei, passando por sua remodelação à inglesa em 1840, teve enfim seu primeiro dono da família Lage (Antônio Martins) em 1859. Foi vendido em 1913 e recomprado por seu neto, Henrique, sete anos depois. A partir do ano da recompra, a propriedade sofreu outra remolelação, agora à italiana, por influência de sua esposa, Gabriela Bezanzoni, cantora lírica do país da bota. Por dívidas com o Banco do Brasil nos anos 60, Henrique foi obrigado a se desfazer de, entre outras coisas, sua joia. O lugar foi desapropriado anos depois e tornado parque público. Hoje, no palacete, funciona a Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage.

Há muito que ver em seus 52 ha de verde. Além do palacete, em estilo eclético, com sua piscina ao centro e vista espetacular do Cristo Redentor, podemos admirar o lago dos patos, o recanto dos namorados, jardins, árvores centenárias, um aquário em argamassa contendo, entre outros peixes, pequenos tubarões, uma gruta, gramados, caminhos em alamedas, muitos banquinhos, quiosque, estátua de Tom Jobim, lugares para pique-niques e uma trilha que leva até o monumento do Cristo. A trilha é de média a alta dificuldade. Leva-se cerca de 2 horas e meia para chegar aos trilhos, mais meia hora e chega-se ao destino. Ufa, ufa!

Hoje o parque é um dos quatro setores do Parque Nacional da Tijuca. Não está tão cuidado como o vizinho Jardim Botânico, longe disso, mas é flagrante as melhorias feitas nele, principalmente por conta da EAV. Em 2002 foi reformado e reinaugurado pela Fundação Parques e Jardins, mas precisa de mais manutenção, principalmente quanto à retirada de folhas e galhos. Nada demais, só um pouquinho de boa vontade de quem administra já ajuda bastante.

Fica no 414 da Rua Jardim Botânico. Tem estacionamento gratuito e seu funcionamento é das 7h às 17h. Não deixe de visitá-lo, pois é gratuito, arquitetonicamente lindo, excelente para fotografar, namorar, descansar, caminhar, explorar, fofocar, enfim, aproveitar o tempo com quem se quer bem. Inté.

domingo, 13 de setembro de 2009

Jardim Botânico






Dos antigos Jardim de Aclimação e Horto Real, passando por uma fábrica de pólvora, eis que surge o nosso querido Jardim Botânico do Rio de Janeiro! Situado ao lado do Morro do Corcovado (Rua Jardim Botânico, 1008, no bairro de mesmo nome), em uma área de remanescentes da Mata Atlântica, com 137 ha de área total e 54 ha cultivados, é um parque facílimo de chegar.

Fundado a 13 de junho de 1808 como o Jardim de Aclimação de espécimes vegetais vindas das Ilhas Maurício, teve seu nome modificado para Real Horto a 11 de outubro. Tornou-se finalmente o Jardim Botânico em 1890. Conta atualmente com mais de 3,2 mil espécies e mais de 9.000 espécimes vegetais, originários de várias partes do mundo.

A parte visitável está criteriosa, até matematicamente, dividida em pequenos recantos, que trazem o mundo inteiro para a Cidade Maravilhosa. São aléias, lagos, jardins, estufas, chafariz (trazido da Lapa em 1905), museu, memorial entre outras maravilhas, que nos deixam de queixos caídos durante todo o passeio. Sem falar na sua fauna que vive e visita o lugar. São tucanos, papagaios, canários-da-terra, tico-ticos, jacus, tartarugas e outros bichos, que embelezam ainda mais esse oásis na Zona Sul. Há várias bicas oferecendo água, se não quiser pagar por ela nas duas lanchonetes (uma na entrada e outra no antigo paiol, atual parquinho). Há também um serviço de trenzinho elétrico (7 lugares) que faz a trilha histórica gratuitamente. Para andar nele, deve cadastrar-se no Centro de Visitantes. E aproveite para pegar os folhetos sobre o parque, incluindo o mapa, claro.

Possui estacionamentos para carros, motos e bicicletas. A entrada custa R$ 5,00, mas possui gratuidades para muitos casos. Faça uma pré-visita através do sítio www.jbrj.gov.br e se aqueça para a visita física. Se der aquela vontadezinha não se estresse, o parque possui 6 banheiros. Se o estacionamento estiver lotado, não se estresse, o Jockey Club (em frente) oferece esse serviço aos fins de semana. Se gostar de cavalinhos, melhor ainda, fique para os páreos do dia.

Quase ao lado, no número 414 da mesma rua, está o Parque Lage, ligado ao Parque Nacional da Tijuca. Excelente pedida para uma visitação. Mas isso já é uma outra história. Inté.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Argentinos, tirem o Maradona já. Para o bem do futebol!






Impensável há alguns anos, esta frase já faz parte da minha atual lista de desejos. Nuestros hermanitos, donos da escola futebolística que rivaliza com a nossa em arte, perigam ficar de fora da próxima Copa do Mundo. Por falta de bons jogadores? Não. Por falta de organização? Também não. Mas por falta de um técnico mais capacitado do que o deus argentino Diego Armando Maradona, dono de uma perna canhota extraordinária, mas que pensando fora das quatro linhas o time como um todo vira um ser simples e medíocre mortal! Para o bem do futebol, argentinos, Maradona não!!!
Por falar em Argentina e argentinos, devo dizer que a nossa rivalidade tem de ficar dentro das quatro linhas, porque aquela é uma terra espetacular, feita por gente espetacular! Só tem raiva de argentinos quem não os conhece. Povo educado (muuuuiiiitttooo mais do que nós), bem humorado, sarcástico, inteligente, que ama o Brasil e os brasileiros e que - pasmem - teme o nosso futebol. Só estando lá para sentir o respeito ao falarem de Brasil com os seus. Para quem duvidar, basta ir a Balneário Camboriú em janeiro. É uma verdadeira invasão portenha!!!
E por falar em Argentina e argentinos, não posso deixar minha querida Buenos Aires de fora! Andar por lá é experimentar momentos inspiradores. Primeiro por seu povo. Segundo por sua arquitetura. É como ouvir italianos falando espanhol em plena Paris! Italianos por sua ascendência. Espanhol por sua colonização. Paris porque foram os mesmos arquitetos responsáveis pela reconstrução da capital francesa que fizeram a Buenos Aires clássica! Um luxo, não? Sem falar em seus parques, sua música e sua dança...
Se tiver tempo (e um pouco de dinheiro) para viajar, sugiro que reveja seus conceitos, dê uma chance a Buenos Aires e deixe o seu coração dizer o que achou. Besitos e inté.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Bosque da Barra







Essa joia carioca, inaugurada em 1981, é um desses lugares que nos enchem de orgulho a cada visita. Plano, limpo, fácil de chegar e sair, totalmente gratuito, com banheiros, bebedouros, estacionamento e uma área de lazer de fazer inveja a muitos parques pagos por aí. Seu lago é lindo, especialmente quando visitado pelas capivaras, quero-queros, cotias, patos, tiês-sangue e outros bichos que vivem por lá. Uma delícia. Há uma pista para corridas, muitos brinquedos para a criançada e, sobretudo, uma sensação gostosa de paz e segurança, rara em nossos dias atuais. Isso tudo fora a área do bosque propriamente dita, que é a metade do parque e inacessível a nós, mas que nos rodeia.

Se não nos dermos conta, passamos o dia inteiro e não percebemos, de tão agradável que é a nossa estada por lá. Nem parece que estamos a cinco minutos do Barrashopping.

Chegar e sair de lá é muito fácil: se estiver vindo pela Av. Ayrton Senna, basta virar à direita e pegar a Av. das Américas, já podendo vê-lo pela sua direita. Cerca de 200 metros após a curva, diminua e entre no estacionamento. Certamente serão momentos apaixonantes. Para não sentir fome (somente há um vendedor de água e biscoitos lá dentro), sugiro levar uma cesta e fazer um pique-nique à europeia. O passeio vale cada segundo de sua duração, garanto! Cuidado somente com o quebra-molas na entrada e saída. Ele literalmente cumpre o que promete. Aproveite bastante. Inté

domingo, 7 de junho de 2009

Lagoa nossa de cada dia!



Que lugar maravilhoso, não canso de visitá-la. A Lagoa Rodrigo de Freitas é um passeio obrigatório para todos, turistas, viajantes, mochileiros e cariocas! O nome Rodrigo de Freitas é uma homenagem a um antigo dono de suas terras, um português que, aos 18 anos, casou-se com uma "velha" de 30. Talvez tenha sido o primeiro autor do famoso "golpe do baú" em Pindorama.
Já o nome Lagoa refere-se ao punhado d'água que tem contato com o oceano, diferentemente dos lagos, que não o possuem.

Há várias atividades para se fazer, como andar de pedalinho, jogar basquete, tênis e - pasmem - beisebol, andar de bicicleta, patins, patinete, triciclo, skate ou simplesmente andar a pé, aproveitando o deslumbrante visual que só o Rio tem. E não podemos nos esquecer das capivaras que aparecem de vez em quando.

É um lindo passeio que cabe em todos os gostos e bolsos. Da barraca de churros ao restaurante japonês, do carrinho de milho cozido à pizzaria que cobra até por respirarmos, temos condições de passar horas bem agradáveis por lá. Custo do estacionamento: R$ 2,00 por todo o dia! Inté

domingo, 31 de maio de 2009

Parque Nacional da Serra dos Órgãos (PARNASO)

Estando em Teresópolis (nome dado em homeganem à imperatriz Thereza Christina, mulher de Dom Pedro II), não deixe de visitar o referido parque! Com três entradas a escolher (Terê, Guapimirim e Petrópolis), fica encravado na Serra dos Órgãos - que faz parte da Serra do Mar. O nome Órgãos deriva não dos órgãos humanos, mas dos órgãos instrumentos musicais, pois vista de longe parece que a Serra é um grande órgão de igreja - tendo o Dedo de Deus lá inserido, no bom sentido, é claro!

A sua entrada por Terê fica bem no caminho para o Centro da cidade, não tem como não achá-la. Se for de carro, pode estacioná-lo lá dentro, sem problemas. Pagará pela sua estada e pela estadia do carro, que valem por um dia inteiro. Dentro do parque, há uma gama de coisas interessantes para se fazer, tais quais trilhas (como a Mozart Catão, tranquila e plana, todos podem fazer, e que ao final tem-se uma vista interessante da cidade), visitar o Centro Receptivo de Turistas (e pegar mapas e dicas com os guias locais, bem como comprar alguma lembrança) e, se tiver disposição, mergulhar em sua convidativa piscina natual (se fizer a visita no inverno, tempo de seca, ela pode estar vazia. Informe-se antes), fazer um pique-nique aconchegante em suas diversas áreas próprias para a atividade. Ou somente passear por suas alamedas e apreciar as plantas e os animais que compartilham conosco o prazer de ali estar. Para o seu bem, vá de tênis.

O passeio vale o dia inteiro!!! Inté

sexta-feira, 29 de maio de 2009

É Carnaval no Rio!!!

A foto é reveladora: já é Carnaval! A época? Início dos anos 70. As personagens? O maior é o meu primo Clóvis (sinônimo de bate-bola por aqui e hoje consagrado diretor de comerciais Clóvis Mello), fantasiado de Batman havaiano depois do Tsunami. O menor sou eu, fantasiado de Gasparzinho, o Fantasma Camarada, com uma fronha furada por meu pai - os dois lindos de morrer... de fome. O cenário é o bairro de Ramos, Zona Norte da cidade, de onde saíam vários blocos, entre eles o Sai na Moita e o Bloco da Bicharada, este com direito a girafas, zebras, touros e, claro, veadinhos de todos os tipos e tamanhos. Como sempre fui criativo e original, fazia as minhas próprias fantasias e saía atrás daqueles e dos muitos blocos de sujos que desfilavam por lá.

Mas os tempos mudam, vieram os anos 80 e, com eles, por vários motivos, os blocos foram se acabando, acabando em muito com o que a cultura carioca tem de melhor: a sua espontaneidade e simpatia. O Carnaval tinha virado quase que exclusivamente sinônimo de Desfile de Escolas de Samba - que aliás eu ADORO, virando uma festa para poucos, apesar de grandiosa. O carioca, ao invés de brincar, viajava.

Isso continuou durante muito tempo, até cerca de uns 10 ou 15 anos atrás, quando os blocos carnavalescos - símbolos cariocas - resolveram dar o ar de suas graças novamente, e agora renascendo em todas as partes da Cidade Maravilhosa, da Norte à Sul, da Leste (Centro Histórico) à Oeste, fazendo a alegria e a descontração contagiarem os milhares de turistas que vêm para cá nessa época do ano. Hoje é difícil para um simples mortal locomover-se pela cidade sem trombar com pelo menos algum deles em seu caminho, entre Sábado e Quarta-Feira de Cinzas. Graças a Deus! Carnaval plural, que cabe em todos os bolsos e gostos.

Portanto, se quiser assistir (e investir uma boa quantia de dinheiro) a um espetáculo fantástico e grandioso, construído e executado pelo povo, vá ao Sambódromo sem medo. Se, por outro lado, seu dinheiro está curto, não desanime: compre uma fantasia baratinha e acompanhe os muitos blocos que saem diariamente na época do reinado de Momo. Ou, ainda, faça como meu primo e eu: arrume alguns trapos e vire um super-heroi, um fantasminha ou até mesmo um veadinho... a escolha é sua!!! Inté

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Trilha, trilha!


Ainda com disposição mesmo após a caminhada/corrida? Sem sair da Pista, uma possibilidade é entrar no mato - no bom sentido, é claro - e entrar na trilha para o Morro da Urca! É uma trilha em aclive/declive, tendo alguns pontos com acesso relativamente difícil para algumas pessoas. Mas nada que um pouco de calma e atenção não possam resolver, basta observar a foto acima: se ele pode...

A sua duração é de cerca de 30 a 40 minutos dentro da Mata Atlântica, tempo em que podemos literalmente nos sentir parte dela, e com direito a ver tiês-sangue e outros bichos! Sugiro subi-la à luz do dia para evitar surpresas.

Como a Pista fecha às 18h, se tiver tempo e paciência poderá descer o Morro não mais por ela, mas pelo bondinho. Isso somente a partir das 19h. E, claro, aproveite tudo o que o Morro da Urca tem a oferecer. Inté

terça-feira, 26 de maio de 2009

Pista Cláudio Coutinho


E por falar em Pão de Açúcar, outro passeio BBB (Bom, Bonito e Barato) é exatamente este. O objeto da foto é a Praia Vermelha - com o prédio do Instituto Militar de Engenharia (IME) ao fundo e a entrada para a subida ao Pão de Açúcar ao seu lado.

Meu ponto de vista é a partir da Pista Cláudio Coutinho (foto de cima), onde se pode andar e correr tranquilamente, com paisagem e gente bonitas nos ajudando a superar o cansaço da atividade física. Ao chegar, ande até a praia e vá para a sua esquerda, logo verá o portão de entrada. Aproveite-a até às 18h. Inté

Forte do Leme


O Rio continua lindo! E mais lindo fica quando descobrimos lugares pouco badalados pela maioria dos turistas brasileiros e estrangeiros.

Não sou turista, nem mochileiro, sou viajante. E é justamente com esse olhar que procuro novas paisagens para sair dos lugares-comuns, inclusive aqui em minha cidade.

Um desses lugares é o Forte do Leme (Duque de Caxias), antes chamado Forte do Vigia e Forte da Espia, pela sua posição privilegiada da entrada da Baía da Guanabara. Como a foto revela, pode-se ver Niterói ao fundo, a base do Pão de Açúcar à esquerda e a entrada da Baía (que na verdade é um estuário, mas isso é uma outra conversa) entre eles. In loco podemos observar ainda toda a orla de Copacabana ao Leme à direita e o Morro da Babilônia na parte de trás, com o Cristo mais ao fundo. Tudo isso dentro da Área de Proteção Ambiental (APA) do Leme.

A foto não faz jus à paisagem que encontramos ao chegar ao topo da Pedra do Leme. Por isso, para o seu próprio bem, visite-o! Inté


domingo, 24 de maio de 2009

NOVIDADES

Em breve voltarei a escrever em meu blog sobre vários assuntos além do turismo. Que bom poder estar de volta!!!