domingo, 31 de maio de 2009

Parque Nacional da Serra dos Órgãos (PARNASO)

Estando em Teresópolis (nome dado em homeganem à imperatriz Thereza Christina, mulher de Dom Pedro II), não deixe de visitar o referido parque! Com três entradas a escolher (Terê, Guapimirim e Petrópolis), fica encravado na Serra dos Órgãos - que faz parte da Serra do Mar. O nome Órgãos deriva não dos órgãos humanos, mas dos órgãos instrumentos musicais, pois vista de longe parece que a Serra é um grande órgão de igreja - tendo o Dedo de Deus lá inserido, no bom sentido, é claro!

A sua entrada por Terê fica bem no caminho para o Centro da cidade, não tem como não achá-la. Se for de carro, pode estacioná-lo lá dentro, sem problemas. Pagará pela sua estada e pela estadia do carro, que valem por um dia inteiro. Dentro do parque, há uma gama de coisas interessantes para se fazer, tais quais trilhas (como a Mozart Catão, tranquila e plana, todos podem fazer, e que ao final tem-se uma vista interessante da cidade), visitar o Centro Receptivo de Turistas (e pegar mapas e dicas com os guias locais, bem como comprar alguma lembrança) e, se tiver disposição, mergulhar em sua convidativa piscina natual (se fizer a visita no inverno, tempo de seca, ela pode estar vazia. Informe-se antes), fazer um pique-nique aconchegante em suas diversas áreas próprias para a atividade. Ou somente passear por suas alamedas e apreciar as plantas e os animais que compartilham conosco o prazer de ali estar. Para o seu bem, vá de tênis.

O passeio vale o dia inteiro!!! Inté

sexta-feira, 29 de maio de 2009

É Carnaval no Rio!!!

A foto é reveladora: já é Carnaval! A época? Início dos anos 70. As personagens? O maior é o meu primo Clóvis (sinônimo de bate-bola por aqui e hoje consagrado diretor de comerciais Clóvis Mello), fantasiado de Batman havaiano depois do Tsunami. O menor sou eu, fantasiado de Gasparzinho, o Fantasma Camarada, com uma fronha furada por meu pai - os dois lindos de morrer... de fome. O cenário é o bairro de Ramos, Zona Norte da cidade, de onde saíam vários blocos, entre eles o Sai na Moita e o Bloco da Bicharada, este com direito a girafas, zebras, touros e, claro, veadinhos de todos os tipos e tamanhos. Como sempre fui criativo e original, fazia as minhas próprias fantasias e saía atrás daqueles e dos muitos blocos de sujos que desfilavam por lá.

Mas os tempos mudam, vieram os anos 80 e, com eles, por vários motivos, os blocos foram se acabando, acabando em muito com o que a cultura carioca tem de melhor: a sua espontaneidade e simpatia. O Carnaval tinha virado quase que exclusivamente sinônimo de Desfile de Escolas de Samba - que aliás eu ADORO, virando uma festa para poucos, apesar de grandiosa. O carioca, ao invés de brincar, viajava.

Isso continuou durante muito tempo, até cerca de uns 10 ou 15 anos atrás, quando os blocos carnavalescos - símbolos cariocas - resolveram dar o ar de suas graças novamente, e agora renascendo em todas as partes da Cidade Maravilhosa, da Norte à Sul, da Leste (Centro Histórico) à Oeste, fazendo a alegria e a descontração contagiarem os milhares de turistas que vêm para cá nessa época do ano. Hoje é difícil para um simples mortal locomover-se pela cidade sem trombar com pelo menos algum deles em seu caminho, entre Sábado e Quarta-Feira de Cinzas. Graças a Deus! Carnaval plural, que cabe em todos os bolsos e gostos.

Portanto, se quiser assistir (e investir uma boa quantia de dinheiro) a um espetáculo fantástico e grandioso, construído e executado pelo povo, vá ao Sambódromo sem medo. Se, por outro lado, seu dinheiro está curto, não desanime: compre uma fantasia baratinha e acompanhe os muitos blocos que saem diariamente na época do reinado de Momo. Ou, ainda, faça como meu primo e eu: arrume alguns trapos e vire um super-heroi, um fantasminha ou até mesmo um veadinho... a escolha é sua!!! Inté

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Trilha, trilha!


Ainda com disposição mesmo após a caminhada/corrida? Sem sair da Pista, uma possibilidade é entrar no mato - no bom sentido, é claro - e entrar na trilha para o Morro da Urca! É uma trilha em aclive/declive, tendo alguns pontos com acesso relativamente difícil para algumas pessoas. Mas nada que um pouco de calma e atenção não possam resolver, basta observar a foto acima: se ele pode...

A sua duração é de cerca de 30 a 40 minutos dentro da Mata Atlântica, tempo em que podemos literalmente nos sentir parte dela, e com direito a ver tiês-sangue e outros bichos! Sugiro subi-la à luz do dia para evitar surpresas.

Como a Pista fecha às 18h, se tiver tempo e paciência poderá descer o Morro não mais por ela, mas pelo bondinho. Isso somente a partir das 19h. E, claro, aproveite tudo o que o Morro da Urca tem a oferecer. Inté

terça-feira, 26 de maio de 2009

Pista Cláudio Coutinho


E por falar em Pão de Açúcar, outro passeio BBB (Bom, Bonito e Barato) é exatamente este. O objeto da foto é a Praia Vermelha - com o prédio do Instituto Militar de Engenharia (IME) ao fundo e a entrada para a subida ao Pão de Açúcar ao seu lado.

Meu ponto de vista é a partir da Pista Cláudio Coutinho (foto de cima), onde se pode andar e correr tranquilamente, com paisagem e gente bonitas nos ajudando a superar o cansaço da atividade física. Ao chegar, ande até a praia e vá para a sua esquerda, logo verá o portão de entrada. Aproveite-a até às 18h. Inté

Forte do Leme


O Rio continua lindo! E mais lindo fica quando descobrimos lugares pouco badalados pela maioria dos turistas brasileiros e estrangeiros.

Não sou turista, nem mochileiro, sou viajante. E é justamente com esse olhar que procuro novas paisagens para sair dos lugares-comuns, inclusive aqui em minha cidade.

Um desses lugares é o Forte do Leme (Duque de Caxias), antes chamado Forte do Vigia e Forte da Espia, pela sua posição privilegiada da entrada da Baía da Guanabara. Como a foto revela, pode-se ver Niterói ao fundo, a base do Pão de Açúcar à esquerda e a entrada da Baía (que na verdade é um estuário, mas isso é uma outra conversa) entre eles. In loco podemos observar ainda toda a orla de Copacabana ao Leme à direita e o Morro da Babilônia na parte de trás, com o Cristo mais ao fundo. Tudo isso dentro da Área de Proteção Ambiental (APA) do Leme.

A foto não faz jus à paisagem que encontramos ao chegar ao topo da Pedra do Leme. Por isso, para o seu próprio bem, visite-o! Inté


domingo, 24 de maio de 2009

NOVIDADES

Em breve voltarei a escrever em meu blog sobre vários assuntos além do turismo. Que bom poder estar de volta!!!